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Aceleramos o Audi A3 Sedan
Ele é jovem, mas já está dando muitas alegrias para a Audi. Desde a estreia no Brasil, em janeiro, com motor 1.8 de 180 cv e tabela de R$ 113.700, o A3 Sedan se tornou mais vendido que a versão hatch. Agora, com a chegada da opção 1.4, o médio tende a deslanchar de maneira ainda mais expressiva no índice de emplacamentos. A lógica é fácil de ser assimilada: é um carro gostoso de dirigir, confortável, firme, estável, que anda bem mesmo com o motor menor e passa a ter preço sugerido de R$ 94.800 a R$ 99.900. A partir de 2015, quando começar a ser feito na fábrica de São José dos Pinhais (PR), os valores devem ficar um pouco melhores. Assim, no português bem claro, podemos dizer que o A3 Sedan 1.4 tende a vender pra caramba no Brasil.

Tal como na configuração 1.8, o modelo alemão tem seu “coração” pareado com o câmbio automatizado de sete marchas e dupla embreagem, que faz trocas no tempo certo e bastante suaves. Em termos de desempenho, obviamente o motorista não tem o mesmo arrojo dos 180 cv, mas os 122 cv e 20,4 kgfm do propulsor 1.4 turbo são suficientes para deixar muita gente para trás em uma saída de semáforo e imprimir bom ritmo durante uma viagem. É preciso, aliás, ficar bem atento para não ultrapassar o limite das rodovias.

A boa desenvoltura do A3 Sedan 1.4 é explicada, entre outras razões, pelo peso do carro, de 1.215 kg, e o baixo giro necessário para se trabalhar com o torque máximo do motor. Ele está disponível a partir de 1.400 rpm, o que, na prática, significa uma leve pisada no pedal do acelerador para fazer o Audi se movimentar com vigor. Na pista de testes, a versão recém-lançada confirmou as boas impressões ao gastar 9,5 segundos na aceleração de 0 a 100 km/h. O A3 Sedan 1.8, como comparação, fez o trajeto em 7,5 s. Na retomada de 40 a 80 km/h, a diferença entre eles foi mínima: 3,9 s para o motor 1.4 e 3,7 s para o de maior cilindrada. Outra constatação animadora é o baixo nível de consumo de gasolina. Na cidade, a média foi de 11,6 km/l, enquanto na estrada o computador de bordo marcou 16,8 km/l.

Por dentro, o acabamento é de boa qualidade, mas basta uma rápida geral no habitáculo para descobrir como a Audi conseguiu anunciá-lo por menos de R$ 100 mil. Mesmo na versão avaliada, de R$ 99.900, não há ar-condicionado digital, sensor de estacionamento, saída independente de ventilação para o espaço traseiro, tampouco acendimento automático dos faróis e sensor de chuva. O volante é mais simples que o do 1.8, mas a empunhadura agrada. Nesse Audi, é notória também a ausência do ajuste do estilo de pilotagem e suspensão (pode-se apenas selecionar o modo Sport na alavanca do câmbio). Itens como faróis de xenônio, start-stop, airbags laterais e freio de estacionamento elétrico, porém, são de série. Mas o sedã merecia GPS de fábrica. A tela multimídia com o dispositivo acrescenta R$ 9.900 à tabela.




Fonte: Quatro Rodas
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